clínicas de hipnose

CLÍNICAS DE HIPNOSE : ISSO EXISTE ?

Muitas pessoas que desejam fazer a hipnoterapia não sabem que existem clínicas de hipnose especializadas. Estas podem tratar dos mais diferentes tipos de transtornos.

Ansiedade, depressão, obesidade, tabagismo, traumas, estresse pós-traumático, Síndrome do Pânico, anorexia, fobias e problemas de autoestima. A hipnose pode ajudar nesses e outros diversos distúrbios, físicos, comportamentais e emocionais.

Além de serem locais certificados para exercer a técnica terapêutica, as clínicas de hipnose oferecem toda a segurança que o paciente necessita.  Com uma infraestrutura adequada, e profissionais qualificados, elas são os espaços ideais para a prática da hipnoterapia.

Profa. Dra. Beatriz Acampora e Prof. Dr. João Oliveira do ISEC – Instituto de Psicologia Ser e Crescer com sede em Copacabana no Rio de Janeiro.

Clínicas de Hipnose: Como escolher a ideal?

Como a hipnoterapia ainda é desconhecida por várias pessoas, é normal que muita gente ainda não saiba escolher a clínica de hipnose mais adequada. É preciso prestar atenção em alguns detalhes muito importantes.

  • Profissionais: Antes de procurar tratamento em clínicas de hipnose, pesquise a formação dos profissionais que atuam nelas. Busque informações sobre a qualificação e a experiência de cada um.

Uma opção bacana é marcar uma visita em uma clínica que você esteja interessado para conhecer a equipe que trabalha ali. Não tenha medo de perguntar. Antes de iniciar qualquer tratamento de hipnose você precisa esclarecer todas as suas dúvidas para se sentir 100% seguro.

  • Infraestrutura: As instalações também são um ponto que você precisa levar muito em conta na hora de pesquisar clínicas de hipnose. O local deve oferecer uma estrutura segura e confortável.

O ideal é que o espaço conte com uma sala de recepção totalmente à parte dos consultórios, esses, por sua vez, precisam ser bem privativos, silenciosos e contáveis para transmitir tranquilidade e segurança na hora da sessão.

  • Tipos de Técnicas: Existem diversos métodos que podem ser aplicados em uma hipnoterapia. A clínica ideal deve ter diversos deles. Dessa maneira você saberá que o seu problema poderá ser tratado de várias maneiras diferentes mesmo na abordagem da hipnose clínica.

Quais são as recomendações ?

Outra dica bacana é procurar lugares que trabalhem com diferentes tipos de tratamento em conjunto. Por exemplo, se você está buscando a hipnose para melhorar seu controle sobre a raiva, seria bacana uma clínica que trabalhasse também com Terapia Comportamental.

  • Recomendações: Esse fator também é muito importante na hora de escolher o melhor lugar para iniciar o seu tratamento. Procure recomendações de clínicas de hipnose na internet. Existem sites que disponibilizam a função comentários para você avaliar a melhor opção.

Existem várias clínicas de hipnose por aí, contudo, nem todas são qualificadas para realmente oferecer um tratamento de qualidade. Por conta disso, a escolha do local onde você irá começar a sua hipnoterapia é muito importante.

Lembre-se que você estará deixando o tratamento de um distúrbio que interfere na sua vida nas mãos de alguém. Logo, essa pessoa precisar saber o que está fazendo, e precisa atual em um local que ofereça toda a segurança que você precisa.

Clínica de Hipnose ou Profissional Hipnoterapeuta?

Essa é uma escolha que depende totalmente de você. Ambas as opções são boas, mas você precisa ver com qual se adequa mais ao seu perfil. Se por um lado as clínicas de hipnose tendem a ser mais confiáveis, por outro, um profissional hipnoterapeuta pode te oferecer mais flexibilidade.

O ideal, é que, antes de começar um tratamento, você visite tanto um quanto o outro. Procure avaliar como você se sente em um espaço mais clínico, e, também, em um mais informal. Veja quais das duas opções te deixa mais à vontade e atende melhor as suas exigências antes de fazer sua escolha.

A Hipnose é uma Ciência

Lembre-se sempre que a hipnose é uma ciência, que precisa ser encarada com tanta credibilidade quanto outras. Os profissionais de hipnoterapia precisam ser certificados para exercer a profissão.

Além disso, existem entidades, como a Associação Brasileira de Hipnose (ASBH) e os CRPs (Conselhos Regionais de Psicologia) que são responsáveis por fiscalizar o trabalho de pessoas e instituições que atuam com a hipnoterapia.

Ao procurar clínicas de hipnose, tenha sempre em mente que você está buscando um tratamento de qualidade para problema sério. Assim como você procura um hospital de confiança na hora de tratar um Câncer, por exemplo, você deve sempre buscar um espaço de hipnoterapia de qualidade.

Um bom exemplo de Clínica que atende com a abordagem da Hipnose Clínica é o ISEC – Instituto de Psicologia Ser e Crescer em Copacabana no Rio de Janeiro. Os profissionais que lá atendem são psicólogos com mestrado e doutorado em Saúde Pública e as técnicas são as mais modernas existentes contanto, inclusive, com a Hipnose Neurossensorial Instrumental algo praticamente inédito no Brasil.

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HIPNOSE FUNCIONA ?

A resposta é sim, o tratamento com hipnose funciona. Na verdade, entre as demais técnicas terapêuticas para tratar distúrbios físicos, comportamentais e emocionais, ele é o que oferece a maior taxa de recuperação, cerca de 93%.

A técnica é comprovada cientificamente e vem ganhando cada vez mais espaço no mercado. Com ela, é possível tratar uma série de transtornos, entre eles: depressão, ansiedade, Síndrome do Pânico, estresse pós-traumático, dores crônicas, obesidade, tabagismo, TOC, anorexia entre outros.

Um estudo feito na Universidade do Vale do Sapucaí, que fica localizada em Porto Alegre (RS), avaliou o uso do tratamento com hipnose em 40 pacientes com medo de dentista. Deles, 94,87% tiveram uma queda na tensão durante as consultas, e, 87,17% diminuíram o nível de ansiedade.

Sim, a hipnose funciona e não visa tratar apenas o problema em si, mas, os fatores existentes no subconsciente da pessoa que desencadeiam o transtorno. Dessa maneira, o distúrbio é tratado desde a raiz.

Hipnose funciona com todo mundo?

Todo mundo pode fazer um tratamento com hipnose, independente da idade e grau do distúrbio. Contudo, é importante ressaltar que cada caso possui características específicas que irão influenciar na abordagem do hipnoterapeuta, e, consequentemente, no método.

No caso da hipnose em crianças, o profissional precisa ter uma aproximação diferenciada. Por conta do paciente ainda estar em pleno desenvolvimento infantil, é normal a indução ao estado de relaxamento demorar mais, pois é mais difícil que o cliente consiga estabelecer um foco.

Além disso, é muito normal em casos de hipnose em crianças, descobrir-se que os pais são fatores de grande influencia no problema. Logo, é preciso que eles também passem por tratamento para não prejudicarem o quadro da criança. O que, muitas vezes, pode ser encarado com dificuldade.

Existem alguns casos específicos nos quais o tratamento com hipnose é ineficaz, são eles: surtos psicóticos, epilepsia, esquizofrenia e senilidade. Além disso, em pacientes drogados ou alcoolizados, ela é praticamente impossível de ser aplicada, pois o paciente não consegue manter o foco.

Quais são as vantagens do tratamento com hipnose?

O tratamento com hipnose traz uma série de vantagens para o paciente. Além de ser totalmente seguro e eficaz, o método é reconhecido cientificamente e aplicado em diversas clínicas.

  • Natural: A técnica é 100% natural, sendo totalmente desnecessário o uso de qualquer tipo de substância ou medicamento. O tratamento com hipnose trabalha apenas com o sugestionamento por meio da indução ao transe.
  • Pode ser utilizada em conjunto com outros métodos: A técnica pode ser aplica juntamente com outros tratamentos terapêuticos, tais como: psicanálise, terapia comportamento, reeducação do corpo e etc.
  • Não há efeitos colaterais: Ao contrário de métodos que utilizam medicamentos, o tratamento com hipnose não possui nenhum efeito colateral. O paciente pode passar por uma sessão e seguir o seu dia tranquilamente.
  • Pode ajudar no tratamento de doenças crônicas: A hipnose não é indicada apenas para quem sofre de transtornos mentais e emocionais, ela também pode ser utilizada em pacientes com doenças crônicas que não conseguiram obter resultados com o uso de medicamentos.
  • Mais rápida: Enquanto outras técnicas terapêuticas podem demorar anos ou meses para surtir efeito, a hipnoterapia consegue apresentar resultados em poucas sessões.
  • Menor investimento: Por se tratar de um tratamento, geralmente, de curta duração, ele tende a ser financeiramente mais acessível. Enquanto outras abordagens podem levar anos para apresentar resultados, em algumas sessões o paciente de hipnose já vê melhoras.

O tratamento com hipnose é altamente recomendando por profissionais. Afinal, trata não só o problema em si, mas, as causas dele. Por conta disso, a técnica se torna muito mais eficaz. Tratando o distúrbio pela raiz, a chances dele voltam a ocorrem são quase zero.

Como escolher um hipnoterapeuta?

Escolher um hipnoterapeuta é uma tarefa que exige muita pesquisa e paciência. É essencial que o paciente se sinta 100% seguro e confiante com o profissional. O ideal é fazer uma vasta busca na internet, bem como em clínicas especializadas na técnica.

O tratamento com hipnose funciona mas exige um profissional qualificado, afinal, ele estará lidando diretamente com o subconsciente do cliente. Uma dica é procurar informações em sites e fóruns especializados no assunto. Assim, é possível avaliar a experiência de outros pacientes com determinados hipnólogos.

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PROJETO DE VIDA

 

O que podemos fazer com a vida? De que forma devemos buscar a realização da nossa existência? Desde que tomamos consciência que o nosso sistema cultural prega a vitória como uma exigência do quadro social, disparamos um projeto de vida ligado ao sucesso financeiro.

Sobre pessoas que alcançaram êxito financeiro, temos muitas histórias de pleno sucesso, mas a que vamos ver agora é, no mínimo, interessante:

Em 1923, nos conta Sidney Petrie e Robert B. Stone no livro “Como Ganhar Novas Forças Com a Ginástica Mental” (Editora Record – 1967), ocorreu uma reunião com os oito homens que controlavam o mundo financeiro daquela época, foi no  Edgewater Beach – um luxuoso hotel em Chicago-EUA. O grupo era um mito respeitado por todos. Juntos, aqueles homens possuíam mais dinheiro que todo o tesouro americano. Jornais e revistas noticiavam suas histórias fabulosas. Todos olhavam para eles como símbolos de sucesso e fortuna.

1 – O presidente da bolsa de valores de Nova York, Richard Whitney.

2 – O presidente da maior companhia de aço, Charles Schwab.

3- O presidente da maior empresa de serviços públicos, Samuel Insull.

4 – O presidente da maior companhia de gás dos EUA, Howard Hopson.

5- O mago da ocasião em Wall Street, Jesse Livermore

6 – O presidente do Banco Internacional de Investimentos, Leon Fraser

7- O milionário possuidor do maior monopólio dos EUA, Ivan Krueger

8 – O integrante do gabinete presidencial americano Albert Fall.

Próximo a 1948, cerca de 25 anos depois, o cenário era completamente diferente:  Jesse Livermore, da Wall Street, Leon Fraser, presidente do Banco Internacional  e Ivan Kruegar, do monopólio financeiro, cometeram suicídio. Howard Hopson estava louco e internado. Charles Schwab, presidente da companhia de aço, morreu na  miséria tal qual Samuel Insull da empresa de serviços públicos. Richard Whitney, da bolsa de valores de Nova Iorque, estava na prisão. Albert Fall, do gabinete presidencial, obteve permissão para deixar a prisão para morrer em casa.

O que ocorreu de errado?  Por que estes homens que conseguiram vencer na vida destruíram tudo o que conquistaram, alguns dando fim a própria existência?

Pode ser que exista uma diferença conceitual entre vencer e ser feliz. Principalmente quando a vitória está ligada ao externo e, o projeto de vida maior, ser feliz, é completamente abandonado. Tudo, por um alto custo, é feito para provar a sociedade que podemos ser melhores que todos. Ora, ser feliz não exige tanto assim ou, pelo menos, para viver de maneira mais tranquila. A busca incessante de lucros transforma o passeio em uma guerra onde todos ao final são perdedores. Uns perdem a saúde, outros o tempo com a família, alguns, menos afortunados ainda, não percebem o tempo passando e a vida sendo ceifada pela vigilância ao saldo bancário.

Ter as necessidades básicas supridas é o mínimo que se espera. Possuir bens que possam dar segurança também não é nenhum absurdo.  O que pode destruir é a ganância desenfreada, a busca pelo poder absoluto e controle de todos que estão à sua volta.

Não quero dizer com isto que buscar riquezas seja errado, claro que não, todos devemos procurar o melhor, mas com cuidado para não tornar esse desejo uma compulsão, uma doença que aprisiona e mata.

Afinal, sabemos bem, todos vamos deixar este plano um dia e caixão não tem gaveta, nem defunto tira juros da poupança. O melhor é aproveitar os momentos que podemos compartilhar com pessoas que gostamos, e ter dedicação ao que realmente nos faz feliz. Viver não é difícil, escolher o que fazer da vida, isso sim, pode tornar esta estada infernal.

 

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A hipnose cura?

TIPOS DE TRATAMENTOS COM HIPNOSE

São vários os tipos de tratamentos com Hipnose, afinal, a Hipnose é muito conhecida mas, poucas são as pessoas que sabem de fato o que é a Hipnose Clínica. São várias as formas de tratamento para os mais diversos tipos de sintomas. Também muito se ouve sobre as propriedades mágicas da Hipnose. Que ela é capaz de curar qualquer enfermidade mas, isso não é totalmente verdade.

Afirmar categoricamente que a hipnose cura é a mesma coisa que dizer, em ordem inversa de resultados, que o carro mata. Sabemos que o carro é construído para ser um veículo de transporte e que pode levar uma pessoa de um ponto a outro com sucesso trafegando em diversas velocidades e/ou indo por diferentes caminhos. Da mesma forma, o carro pode ficar parado estacionado por muito tempo no mesmo lugar ou, em algumas ocasiões, se envolver em acidentes, podendo até ser fatal aos seus usuários.

Não podemos nos esquecer de dizer que o carro existe em vários modelos e para muitos tipos de utilizações: carro de passeio, duas portas, quatro portas, carro de corrida, trailers, carros de luxo, carros conversíveis e muito mais. Na hipnose é a mesma coisa: temos diferentes tipos de abordagens com intenções e resultados distintos.

O desdobramento da utilização da hipnose é amplo. Mas, o nosso foco se volta para a Hipnose Clínica, que como o próprio nome sugere, e a hipnose voltada para o ambiente da saúde onde podemos encontrá-la sendo utilizada por: cirurgiões-dentistas, médicos, psicólogos, terapeutas, fisioterapeutas, enfermeiros, ou seja, o grande espectro que abrange o toque dos profissionais de saúde.

tipos de tratamento com hipnose

Tipos de tratamento com hipnose

CONHEÇA OS PRINCIPAIS TIPO DE TRATAMENTO COM HIPNOSE

Os modelos de atuação são variados podendo ser ramificados de forma simples em cinco principais vertentes:

– Hipnose Comportamental.

  Voltada para a alteração no perfil comportamental da pessoa. Administração emocional, potencialização de qualidades, respostas assertivas e espontâneas as demandas dos ambientes profissional e/ou social/familiar e etc.

– Hipnose no tratamento de fobias. 

Aqui se incluem todos os tipos de fobias que se pode imaginar, tendo técnicas diversas dependendo da intensidade e modelo apresentado. A Dessensibilização Progressiva é uma dessas técnicas que quando bem aplicada pode conduzir o paciente/cliente a obter resultados rápidos.

– Hipnose para o emagrecimento. 

Muito na moda ultimamente com vários profissionais qualificados conquistando feitos notáveis com seus pacientes/clientes. Existem vários modelos de induções e sugestões que podem variar de implantes hipnóticos a alterações no estilo de vida.

– Hipnose para a subtração de sintomas.

Esse perfil exige um cuidado maior, pois como sabemos, todo sintoma está a serviço de alguma manifestação de descontrole interno que pode ser de âmbito emocional ou não. Nesses casos, quando os sintomas são mais severos, o aconselhável é que uma equipe multidisciplinar acompanhe o tratamento. O profissional psicólogo e o profissional médico são indispensáveis em casos graves.

– Hipnose voltada para reabilitação.

Fantástico perfil da hipnose! Onde, mesmo sem movimentos físicos reais (somente na imaginação em estado alterado de consciência), o paciente/cliente é auxiliado a desenvolver de novo suas habilidades motoras perdidas por algum trauma físico ou AVC.

Poderíamos citar inúmeros outros tipos de abordagens, porém, acreditamos que essas sejam suficientes para demonstrar a grandiosidade dessa fabulosa ferramenta chamada Hipnose Clínica.

Voltando à comparação com os efeitos de um carro em relação às implicações da hipnose, existe apenas uma grande observação que deve ser feita: a finalização do processo no carro só depende do condutor, já na hipnose o sucesso só é alcançado com a total participação de quem é conduzido.

SAIBA MAIS SOBRE OS TIPOS DE TRATAMENTOS COM HIPNOSE

Por mais talentoso o profissional pode esbarrar com um paciente que tenha um ganho secundário com o seu sintoma/problema. Sendo assim, torna-se mais complexo o resultado esperado positivo sem uma ressignificação da estrutura emocional do sujeito.

Para finalizar: a hipnose sozinha não cura! Mas ela pode fazer parte de um processo capaz de levar a obtenção de uma saúde plena. É bom que se seja lembrado: uma ausência de sintomas não significa que a pessoa esteja livre de qualquer mal. Saúde é algo mais amplo. Toca tanto o aspecto físico do sujeito, onde surgem a maioria dos sintomas, como o psicoemocional. Muitas vezes, dentro do desequilíbrio, pode ser confundido com a própria personalidade do indivíduo.

Quem se cura é o próprio paciente/cliente que pode alcançar o resultado esperado da mesma forma que uma orquestra sinfônica. Que, composta de diversos instrumentos e diferentes músicos, consegue executar uma harmoniosa melodia quando regida por um bom maestro. Um competente profissional de hipnose pode também ajudar a coordenar as diversas estruturas internas em conflito. Sempre extraindo o melhor que existe dentro de cada pessoa em busca do mais perfeito resultado possível.

 

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TRATAMENTO COM HIPNOSE: QUEM PRECISA ?

A sociedade vive afetada por vários problemas de ordem psicológica. Diante dessa realidade, aparecem alguns tratamentos, e dentre eles a hipnose. O tratamento com hipnose vem se desenvolvendo e ganhando cada vez mais pessoas, até mesmo os profissionais da área psicológica.

O tratamento com hipnose, recebeu recebeu críticas indevidas de Sigmund Freud, o pai da psicanálise, mas, voltou com força após a Segunda Guerra Mundial, quando era usada pelas principais entidades médicas internacionais.

No Brasil, a hipnose passou também por um processo de descrença, sendo ligada a área de entretenimento, mas atualmente, a hipnose é reconhecida como um tipo de tratamento adequado para certos quadros psiquiátricos, e até mesmo como um método de valor para aumentar a resistência imunológica de pacientes.

Tratamento com hipnose

Tratamento com hipnose

O tratamento com hipnose e sua aplicação.

A hipnose geralmente não é um tratamento em si. Os diferentes métodos terapêuticos usados pela psiquiatria podem ser realizados melhor e mais rapidamente com a sua ajuda. Uma de suas vantagens é reduzir o tempo de tratamento de um distúrbio mental.

Assim, a hipnose pode ser usada para:

– tirar sintomas de alterações emocionais, como ansiedade;

– reduzir o estresse, tratar traumas psicológicos;

– tratar medos e fobias;

– auxiliar o tratamento de alívio de dores crônicas, como na artrite, dor provocada por tumores, etc;

A hipnose também pode ser usada no tratamento de doenças psicossomáticas, como  úlceras de fundo nervoso, sendo um dos métodos com maiores resultados.

Hipnose na Psiquiatria

Entidades como Associação Médica Britânica, Associação Médica Americana, Associação Médica Canadense e Associação Americana de Psiquiatria reconheceram a força da hipnose como modo de diagnóstico e tratamento de problemas específicos em Psiquiatria.

Nos diferentes países, surgiram entidades nacionais, filiando-se à Sociedade Internacional. Para o estudioso da hipnose, a cada dia e a cada descoberta, ela é um mundo novo que se abre, no sentido de somar novos elementos à neurociência, da pesquisa ao diagnóstico e ao tratamento.

Onde a Hipnose pode ser indicada?

A hipnose tem muitas indicações específicas, como na Psicologia, Psiquiatria e em Medicina Geral.

Vem sendo bastante usada para retirar dores, controle de asma, o cólon irritável, e os problemas psicodermatológicos (como eczemas).

Além disso, alterações de comportamento alimentar, como obesidade, anorexia e bulimia, disfunções sexuais em todas as faixas etárias, controle do impulso pelo jogo, tendência para o uso de drogas e álcool e etc.

A hipnose também tem valor quando usada para complementar outras formas de psicoterapia, como no tratamento dos medos fóbicos, doença do pânico, controle da ansiedade, depressão, controle do impulso suicida e reativação dos valores da vida, etc.

Em muitos desses casos mais graves, a hipnose é acompanhada por medicamentos apropriados, como antidepressivos.

Assim, o tratamento do hipnose é abrir uma chave para o restabelecimento da sua saúde física e psicológica, sendo trabalhando com a ajuda de um profissional ético, as portas da percepção de uma estrutura psicológica completa.

 

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PORQUE A HIPNOSE NÃO É MUITO CONHECIDA?

Ter problemas é um bem comum à sociedade. E o indivíduos tem vontade de se abster de tudo, e por um momento esquecer os problemas que lhe aflige. E isso pode ser feito por meio da hipnose. Mas porque ela não é muito conhecida?

Pense naquela vez em que diante de uma música você ficou “viajando” nos pensamentos. Ou quando estava focado com algo na TV e não percebeu que uma pessoa entrou na sala. O fato é que a hipnose ultrapassou os mitos, e além de auxiliar na fuga dos problemas, está ajudando a medicina em diversos tratamentos. Mas mesmo assim ela não é muito conhecida pela população.

Como mudar esse conceito de que ela não é muito conhecida?

Trata-se de uma prática milenar, e segundo análise publicada na revista American Health Magazine, a recuperação acontece em 93% dos casos.

Na medicina, ele ajuda nos tratamentos de psiquiatria, anestesia e cirurgia, doenças psicossomáticas, ginecologia e obstetrícia, controle de sangramento, tratamento de queimaduras, dermatologia, pediatria (enurese noturna, pesadelos, timidez e inadaptação), controle da dor e controle de vícios.

Quando aplicada na psicologia, o tratamento pode ser focado no tabagismo, emagrecimento, fobias, depressão, ansiedade, problemas sexuais, alcoolismo, problemas de fala, terapia de regressão de idade, dores crônicas, autoestima e fortalecimento do ego e melhoras na concentração ou memória.

Mas embora já aceita e muito utilizada, mitos ainda cercam essa prática.

Isso porque as pessoas acham que o hipnotizado ficará inconsciente. Na verdade, o transe hipnótico é caracterizado por uma dissociação consciente/inconsciente, onde a consciência está presente para participar no processo de cura.

Ou seja, quando a pessoa está hipnotizada, ela não perde a sua capacidade de saber das coisas. Ela consegue resolver problemas complexos, fazer improvisos e ainda manter uma capacidade crítica sobre o que lhe está sendo sugerido.

hipnose

Tratamento com a hipnose

A consulta com hipnoterapia pode ser realizada com psicólogos que tenham especialização em hipnose clínica, e duram média de 45 a 50 min e, sendo realizadas uma vez por semana.

O Conselho Federal de Psicologia, no ano 2000, considerou a hipnose como terapia auxiliar, e o psicólogo pode ter alguma capacitação nessa área.  Assim, cabe ao paciente procurar um especialista com uma boa formação.

Portanto, a hipnose pode ajudar no combate a problemas como ansiedade, depressão, traumas, fobias, e até vícios, como o tabagismo, podem ser atenuados ou mesmo eliminados com o auxílio da hipnose, defendem os especialistas.

Mas antes de qualquer indução, o especialista deve primeiro fazer uma avaliação do paciente. Isso para definir uma forma de condução das sessões.

Porque conhecer o tratamento?

Para tirar as dúvidas sobre a eficácia da hipnose como terapia, separamos  porque você deve conhecer a hipnose como tratamento sério.

– Não existem situações constrangedoras

Diferente dos show da TV que vemos a pessoa sendo usada em situações constrangedoras, na hipnose séria não expõe as pessoas a nenhuma situação constrangedora.

O cliente não é forçado a assumir personalidades ou realizar ações bizarras. Ele é estimulado ao autoconhecimento, a fim de buscar por respostas no inconsciente do cliente.

– O cliente não perde a consciência

O cliente não perde a sua consciência e participa ativamente da sessão de hipnose. Ele permanece num estado focado de atenção, sabendo o que acontece no mundo, ampliando seus sentidos, tendo acesso à sua mente , sem esquecer do que está acontecendo.

– Ajuda na auto cura e autodescobrimento

Por meio da hipnose, a pessoa consegue ter acesso a informações que estão presentes em seu cérebro.

Assim, nas sessões de hipnose, o acesso a essas informações permite ao cliente controlar suas emoções. Como também sentimentos, traumas e outras situações que estão contidas em seu inconsciente.

Nesse caso, o cliente passa a se conhecer melhor e também aos seus limites e além dos medos e fobias.

– Não existe milagres

Ela não faz milagres, por isso, para vencer seus medos e suas barreiras inconscientes cada pessoa apresenta uma necessidade.

Ela é um tratamento breve, porém, não sobrenatural, e a sua duração, ou quantidade de sessões, varia para cada cliente.

– Têm bases científicas

A hipnose é uma técnica que está sendo estudada cientificamente desde o século XVIII. Embora ela seja considerada por muitos como entretenimento, a hipnose pode ser empregada para tratar diversos tipos de problemas. O profissional que usa a hipnose amplia as possibilidades de tratamento e abre novos caminhos para lidar com seus clientes.

Assim, quando você conhece, estuda e usa o tratamento da hipnose e consegue lidar de forma eficiente com os casos. Descobre o quanto seria importante que todos conhecessem. Isso poderá favorecer o fortalecimento da mente das pessoas em seu autoconhecimento.

 

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FOBIAS: O MEDO ESTÁ FORA DE CONTROLE

Por João Oliveira

Estudos pelo mundo apresentam um resultado que assinala algo em torno de 25% da população ligada, de alguma forma, ao medo fóbico. Os estudos também indicam, com um pouco de incerteza, que esse distúrbio, as fobias, atingem duas vezes mais mulheres.

 

“Provisoriamente não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços,
não cantaremos o ódio, porque este não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte.
Depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas.”

Carlos Drummond de Andrade

Fobias : o que causam no ser humano ?

O medo é inerente ao ser humano. Sentimos medo quando algo ameaça a nossa sensação de estabilidade, o nosso equilíbrio. As reações ao medo podem ser as mais adversas: enfrentamento, fuga ou entrega. Você já deve ter ouvido: “enfrentei o problema com a cara e a coragem”, “nem pensei, fiquei com medo e saí correndo” ou “paralisei de medo”. Ter medo é uma questão natural e valida o nosso instinto de sobrevivência. A fobia é um medo exacerbado e desproporcional, que prejudica os relacionamentos sociais.

O termo fobia significa um medo desproporcional relacionado a objetos, situações ou comportamentos de tal monta que é considerado um distúrbio psicológico. Uma hipersensibilidade que desencadeia grande ansiedade tornando a situação um agente estressor capaz de gerar sensações de medo e pavor em níveis tão altos que podem modificar de forma prejudicial o comportamento social de uma pessoa. Deste modo, a fobia pode causar perdas e limitar o sujeito fóbico em suas ações, podendo mesmo imobiliza-lo ou promover o surgimento de sintomas ainda mais graves com doenças psicossomáticas.

Os estudos sobre fobias

Existem estudos pelo mundo que apresentam um resultado que assinala algo em torno de 25% da população ligada, de alguma forma, ao medo fóbico. Esse extrato teve, tem ou terá, em algum momento da vida, um episódio de fobia. Os estudos também indicam, com um pouco de incerteza, que esse distúrbio atinge duas vezes mais mulheres que homens. O perfil de fobia mais comum é o horror é de se sentir objeto de observação e avaliação pelos outros, a fobia social!

Segundo Jung, todo sintoma é uma tentativa de autocura do corpo. Neste modo de pensar o transtorno de ansiedade, base primeira da fobia, deve estar servindo como um elemento de proteção agindo de forma a preservar o corpo de alguma ameaça que, pela perspectiva do inconsciente, pode ser extremamente danosa.  Esse mecanismo de defesa difere dos outros transtornos de ansiedade, pois têm uma característica especial: só se manifesta em situações particulares. Estas podem ser dividas em dois grandes grupos, como podemos encontrar na quarta edição do Manual Diagnóstico e Estatísticas dos Transtornos Mentais (1995), o DSM-IV, onde as fobias são assim qualificadas:

1) Fobia específica:

antes denominada Fobia Simples,  diz respeito a medos intensos, restritos a situações específicas, que podem ser claramente discerníveis como:  a presença de animais, fenômenos da natureza,  avião, ir ao dentista ou hospitais etc. Também pode envolver a preocupação a cerca do objeto, ou seja, sentir o medo irracional mesmo sem a presença do elemento estressor.

2) Fobia social:

a característica essencial é um medo acentuado e persistente de situações sociais ou de desempenho nas quais o individuo pode sentir embaraço. Como exemplo: falar, comer, escrever em público ou ir a festas. Um estudo mostrou que 20% das pessoas citavam medo excessivo de falar em público, mas apenas 2% se encontravam dentro do perfil da fobia social. Mesmo assim, falar em público aparece em primeiro lugar entre as fobias sociais.

 

Principais diferenças:

Medo é uma das emoções primárias do homem e surge no processo evolucionário como um alerta ao perigo. Ele pode evoluir para a raiva e transformar o sujeito numa máquina de agressividade ou para o pavor e fazer com que ele fuja do combate.  Então, o medo é uma forma de ansiedade ou estamos usando palavras diferentes para a mesma sensação? Este é um problema semântico e enfrentaremos vários quando se trata de emoções, isso porque possuímos muitas nuances emocionais diferentes e, para dificultar um pouco mais, podemos sentir mais de uma ao mesmo tempo, o que iria necessitar de um cabedal com 10 mil palavras só para nominar as expressões faciais resultantes dessas emoções.

Já as fobias são medos irracionais, além da medida apropriada, para se tomar uma decisão. Dura mais tempo que o medo normal e provoca uma forte produção hormonal, altera o batimento cardíaco, inicia um processo de sudorese, altera o sistema digestivo e respiratório e, quando excessivo, pode até levar ao desmaio, uma forma extrema de fuga à situação. Além disso, o objeto deste medo intenso pode não ser tão significante assim para a maioria das pessoas. Assim, uma característica da fobia é uma grande desproporção entre a emoção e a situação que a provoca, sem que tenha uma explicação razoável para isso, com ausência de controle voluntário e uma tendência a evitação dessa situação a qualquer custo.

A diferença entre fobia e medo é quantitativa: de tempo e intensidade!

 

Filogenética como base de fobias e medos

Durante a evolução algumas “predisposições filogenéticas” (Seligman 1970) selecionaram comportamentos de evitação para a sobrevivência das espécies. Essa proposta explica uma universalidade de alguns medos, que podem passar a fóbicos, por alguma experiência traumática ou não. Em verdade, existe uma forte vulnerabilidade constitucional que predispõe as pessoas a desenvolverem transtornos de ansiedade em relação a estes medos que já vêm implantados em nossa memória genética, tais como: insetos, lugares altos ou fechados, animais predadores, escuridão, água e fogo, situações ou elementos que podem causar dano letal.  As fobias relacionadas a estes gatilhos seriam, por assim dizer, mais naturais, pois bastaria apenas uma experiência mais forte para ocasionar o processo de surgimento de uma verdadeira fobia.

Isso facilita entender por que alguém que nunca teve um contato direto com o mar possa sentir medo diante da visão, pela primeira vez, da imensidão azul. Existe um programa rodando dentro do cérebro, pré-instalado, que alerta sobre o perigo do afogamento. Após se sentir seguro – aprender a nadar ou adquirir uma boia –, este processo de evitação pode ser diminuído ou totalmente extirpado. Caso contrário, se, em alguns casos, ocorre um evento que qualifique a água como real perigo, o medo será intensificado ao ponto de poder se transformar em uma fobia. Naturalmente, acreditamos, deve valer para todos os objetos e situações previstas como de risco pela nossa aventura evolucionária.

O que pode mudar?

No entanto, não existe uma certeza absoluta quanto à exposição ao elemento estressante ser ponto fundamental para a aquisição de uma fobia, como nos diz o estudo de Menzies e Clarke (1993). Eles investigaram a origem da fobia de água em 50 crianças e, ao contrário do que poderíamos supor, em apenas um dos casos, os pais relataram a existência de um evento traumático que pudesse ser considerado como gatilho para o desenvolvimento da fobia.

Na mesma monta, Poulton et al. (1999) pesquisaram a relação entre nadar e a aquisição de fobia por água em indivíduos de 18 anos de idade que participaram do Dunedin Multidisciplinary Health and Development Study, um estudo de coorte que acompanhou 1.139 crianças do nascimento até os 18 anos de idade, com avaliações a cada dois anos. Este estudo conseguiu identificar 12 entre 1.008 indivíduos (1,3%) com o perfil fóbico. Mais uma vez não foi encontrada uma relação entre os que não tinham fobia e eventos como ter caído ou mergulhado acidentalmente entre os 3 e os 5 anos de idade; ter sido exposto ocasionalmente à água entre as idades de 7 e 9 anos; ter sido socorrido em virtude de dificuldades por imersão na água entre os 7 e os 9 anos de idade.

Uma questão em discussão

Mas isso não fecha a questão, pois, Westefeld (1996) pesquisou 81 sujeitos, divididos em 46 mulheres e 35 homens que relatavam grave medo de tempestades. Desses 65, ou seja, 80% relataram que os sintomas fóbicos tiveram início após vivenciarem uma tempestade intensa e 12 deles disseram que o evento ocorreu quando tinham entre 5 e 15 anos de idade. Apenas 4 sujeitos, do grupo fóbico, disse não ter a menor ideia de como surgiu a fobia.

Existe uma linha de raciocínio que coloca o gatilho inicial do surgimento da fobia em um medo cotidiano não declarado. Uma mudança de emprego, cidade, uma nova etapa na vida como faculdade, cobrança de sucesso pela sociedade, coisas deste gênero pelas quais não podemos declarar, explicitamente, o medo por não querermos demonstrar uma fraqueza pessoal. Isto pode acabar fazendo com esta emoção aprisionada migre e se manifeste na forma estereotipada como uma fobia qualquer. Assim, a fobia seria uma válvula de escape para uma força interna proibida de se expor em seu formato original.

Um sistema que evoluiu para a proteção pode não estar devidamente calibrado para os dias atuais. Basta pensarmos nas ansiedades criadas como elemento de diversão: montanha russa, filmes de terror, esportes radicais, jogos virtuais violentos… será que isto, de alguma forma, pode contribuir para a hiper dessensibilização do sistema ao ponto de deixar uma marca no código? Ou seja, futuras gerações podem nascer sem a marcação genética de evitação, a certos elementos de risco, que ajudaram a manter a espécie.

AS FOBIAS PODEM PARALISAR UMA PESSOA

Álcool e tratamentos

Muitos se utilizam do consumo do álcool como uma tentativa de automedicação pela crença de que este pode diminuir a condição de estresse, da ansiedade e melhorar o seu desempenho social. Isso acaba por favorecer a continuidade do seu uso entre as pessoas que possuem o perfil fóbico social. Assim, os sujeitos com fobia social podem constituir uma população de risco devido ao fato de depositarem expectativas positivas em relação ao álcool para uma melhor performance entre grupos de amigos ou interação sócio afetiva.

Os estudos de Caballo (1997) mostraram um perfil mais elevado entre os fóbicos sociais e o abuso de álcool do que outros distúrbios de ansiedade, e quando os estudos focavam em pessoas internadas por dependência alcoólica o percentual de fóbicos sociais foi entre 8 e 56%. Quando comparado com o grupo de controle, os fóbicos sociais apresentavam uma maior probabilidade de não serem casados, de possuírem baixa renda, menor escolaridade, de não possuírem independência, maior instabilidade no emprego e menor rendimento laboral, o que proporciona, em todas as formas, um menor apoio social.

Para Gouveia (2000), os fóbicos sociais apresentam uma frequência de abuso ou dependência alcoólica maior que à prevalência da dependência alcoólica na população em geral, que habitualmente avaliada em 8 a 10% no homem e 3 a 5% na mulher. Além disso, para o mesmo autor, a idade média do início da fobia social era entre 15 e 16 anos, o que pode nos alertar para uma atenção especial em relação aos adolescentes, nesta faixa etária, que apresentarem sintomas fóbicos sociais.

Claro que tem tratamento

Para que possa existir a indicação de tratamento a fobia deve estar causando algum impedimento na atividade de vida diária que cause dano ao fóbico. Ele precisa estar motivado para o tratamento, querer realmente a solução, pois ainda que pareça algo ruim à observação externa, o sujeito fóbico pode estar tendo algum ganho secundário com a situação e não querer abrir mão disto.

A dessensibilização sistemática foi desenvolvida por Wolpe em 1948, mas já em 1924, Mary Cover Jones conseguiu sucesso cuidado de um garoto de três anos de idade, Peter, que possuía fobia de coelhos fazendo uma lenta aproximação do animal até que o menino se sentisse confortável em sua presença. Coloca-se a pessoa em um estado de relaxamento muscular. Assim, aos poucos, vai se introduzindo, de forma real ou  imaginária, o objeto/situação estressora. Aos poucos o sujeito fóbico deve ir se acostumando a conviver, sem alterações rápidas, com a situação problema.

Na inundação, muda-se a velocidade da apresentação, que é mais rápida e sem o relaxamento. Essa técnica também é chamada de “implosiva”, é como na dessensibilização. Nela o sujeito se vê, de forma ao vivo ou imaginária, diante da situação fóbica.

A modelação foi idealizada por Bandura (1969), e a técnica propõe ao sujeito um modelo de comportamento, que pode ser baseado em outra pessoa, para que o sujeito fóbico tenha uma referência e possa mudar seu comportamento passo a passo.

Novas técnicas apresentam soluções

As técnicas cognitivas diferem das comportamentalistas, pois foca na ressignificação de valores. Apresenta-se ao sujeito fóbico opções de pensar o teatro do medo. Qual o motivo? Para que serve? Como reinterpretar a situação? Desta forma ele se instrumentaliza com um repertório amplo de soluções.

O treino assertivo foi criado pelos autores Wolpe e Lazarus (1966), primeiro como terapia individual. Depois o treino assertivo ganhou espaço, com sucesso, também em contexto grupal. Basea-se no pressuposto que, em oposição às crenças racionais; as crenças irracionais estão na origem de comportamentos inadequados, em que a falta de assertividade é um exemplo. Sendo assertivo, o sujeito fóbico ganha autoconfiança e eleva sua autoestima. Simplificando: A mudança de crenças irracionais envolve a identificação, disputa ou interrupção das mesmas e posterior adoção de uma crença nova ou substituição por uma mais adaptativa.

A HIPNOSE PODE AJUDAR MUITO EM CASOS DE FOBIAS

Hipnose ajuda ?

Na visualização criativa, na hipnose, é o processo apresentado por Dr. Gerald Epstein onde a cura se dá por processo dialéticos mentais. São Pequenas histórias que são repetidas pelo próprio sujeito como forma de mudar o padrão de pensamento. Excelente efeito quando o medo fóbico gera ansiedade contínua pela apreensão de estar diante do objeto/situação estressora.

Já a hipnose clínica neurossensorial é uma das abordagem utilizadas se aproveita do estado alterado de consciência induzido, para promover uma ressignificação da situação problema em um nível de profundo relaxamento. Neste estado, a parte analítica da mente está menos ativa e o acesso ao trauma específico mais facilitado. Isso porque já que não haverá recursos impeditivos ativos para contrapor o novo modelo de pensar o tema.

A troca de padrão comportamental é muito utilizada pela PNL. Ela pode ser efetivada no sujeito fóbico de várias formas diferentes. Uma das mais usadas é o processo de identificação do gatilho inicial do processo. Um momento que antecede a aparição do medo irracional. O profissional terapeuta deve marcar este ponto e, escolher outro comportamento mais adequado para resposta. Assim, aproveita-se a energia emocional do primeiro gatilho, para substituir o resultado comportamental pelo mais desejado.

SAIBA MAIS:

Sintomas presentes na fobia:

O aumento de produção de adrenalina e a requisição de recursos para a fuga ou ataque começam por alterar o ritmo cardíaco e a taxa respiratória. Os tremores musculares podem surgir e pode ocorrer uma hiperatividade com desorganização motora, baixo limiar para respostas motoras (“sobressaltos”), evitação ou afastamento. O modo de pensar, aspecto cognitivo, fica prejudicado. Pois, o organismo está de prontidão em relação ao agente estressor e, em reação reflexa, produz alterações bioquímicas de defesa aos estímulos percebidos, deixando todo o resto do metabolismo em segundo plano até que a ameaça cesse. Vômito, diarreia, choro ou desmaio pode ser consequência da impossibilidade de afastamento ou enfrentamento da situação gatilho do processo.

Alguns sintomas são de ordem subjetiva, como a apreensão, preocupação desmedida, previsão de ameaças e sensações de medo mesmo sem o objeto ou situação estressora, o que torna a vida do individuo fóbico, dentro deste processo, um verdadeiro inferno.

Sem o tratamento adequado, muitas vezes, ele tem de adaptar sua vida para evitar o confronto e suas consequências fisiológicas e subjetivas.

Fobia:

A palavra fobia deriva do grego Fobos (phobos). Ele era o deus do medo, filho de Ares e Afrodite e irmão gêmeo de Deimos. Nas guerras, os dois sempre acompanhavam o pai, deus da guerra Ares. Fobos incitava um medo terrível aos inimigos que fugiam ao se deparar com ele. Que sempre acompanhado de seu irmão Deimos, o terror. Interessante é que os dois nasceram de uma relação de estresse profundo, pois o marido de Afrodite, Hefesto, sabendo que ela matinha encontros com Ares, preparou uma emboscada. Hefesto era um exímio ferreiro e montou uma armadilha que aprisionou os dois amantes em uma rede invisível. Como castigo exibiu os dois nus aos deuses numa grande humilhação pública. No entanto, Fobos e Deimos ainda tem uma irmã: Harmonia! Podemos então imaginar que, da mitologia, vem uma lição sobre o surgimento e a possibilidade de harmonização das emoções provenientes do medo patológico.

Entomofobia:

Fobia a insetos e, especificamente, catsaridafobia é o medo de baratas. Talvez o nojo e evitação pelos insetos seja algo embutido na filogenética humana. Que esteja encravada nos genes, como tantos outros medos irracionais. Para isso devemos fazer um exercício de imaginação. Se deslocar até uma época onde a higiene pessoal não era algo tão usual. E que, as mulheres, ainda não tinham o costume de usar roupas de baixo como nos dias atuais.

No entanto as baratas existiam e precisavam se alimentar do que estivesse disponível e ao seu alcance! Homens e mulheres dormindo. Esse animal de hábitos noturnos roia os lábios e as barbas em busca de restos de alimento. Já nas mulheres sorviam alguns fluídos vaginais. Note que, ao ver uma barata, as mulheres (geralmente) juntam os joelhos. Na sequência buscam um lugar mais alto para que elas (as baratas) não consigam subir por suas pernas. Definitivamente, o nojo é maior que o medo!

Coorte:

Em estatística, coorte é um conjunto de pessoas que tem em comum um evento que se deu no mesmo período; exemplo: coorte de pessoas que nasceram em 1960; coorte de mulheres casadas em 1999; etc. Em epidemiologia, é definida como uma forma de pesquisa, observacional, longitudinal, analítica. Ela objetiva estabelecer um nexo causal. Entre os eventos a que o grupo foi exposto e o desfecho da saúde final dessas pessoas. A Coorte pode ser prospectiva ou retrospectiva.

 

João Oliveira é psicólogo, Doutor em Saúde Pública, Mestre em Cognição e Linguagem, pós-graduado em Hipnose Clínica Hospitalar e Organizacional, pós-graduado em Psicologia Humanista Existencial e pós-graduado em Cultura, Comunicação e Linguagem. Diretor de Cursos do ISEC (Instituto de Psicologia Ser e Crescer). Autor do livro ‘Saiba quem está à sua frente: análise comportamental pelas expressões faciais e comportamentais’ (editora WAK) entre outros.

 

Referências:

Barros Neto, T. P. (1999) Sem medo de ter medo. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Bernick, M. A (1989). Ansiedade. Revista Brasileira de Medicina. Vol. 46, no 4, p. 99

Dalgalarrondo, Paulo. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000

Do álcool e fobia social: um estudo retrospectivo e de associações – Simone Armentano Bittencourt e Margareth da Silva Oliveira nos Arquivos Brasileiros de Psiquiatria, Neurologia e Medicina Legal — vol 99 nº 01; jan/ fev/ mar 2005 página 05.

DSM-IV – Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Trad. Dayse Batista; – 4 ed. – Porto Alegre: Artes Médicas, 1995

Fobias específicas: classificação baseada na fisiopatologia -Specific phobias: a pathophysiology based classification – Por  Renato T. Ramos –

http://www.medos.com.br/medos-e-fobias

http://www.scielo.br/pdf/rpc/v34n4/a06v34n4.pdf

OLIVEIRA, João. Saiba Quem Está á Sua Frente. Rio de Janeiro, WAK Editora, 2011

 

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RESSIGNIFICAÇÃO DAS EMOÇÕES COM HIPNOSE

A maneira mais saudável de se alterar o conteúdo de um trauma é a ressignificação. Este processo pode ser feito de muitas formas, mas o ideal é que seja elaborado pela própria pessoa e, para isso, é necessário a capacidade de aceitar, mudar o ponto de vista e, se possível, dar oportunidade ao contraditório. As pessoas que estão sempre cheias de razão e acreditam que estão sempre certas em seus pensamentos podem ter mais dificuldades e, em função disso, o sofrimento se prolonga.

Sendo um termo largamente utilizado pela neurolinguística atual, a ressignificação de valores consiste em reescrever uma experiência, dando um novo entendimento, um significado emocional diferente, ou seja, alterar a forma da percepção conceitual interna. O fato em si, causador do dano, não muda. Nós é que alteramos nosso entendimento a respeito dele. Deixando bem claro que esse processo somente ocorre quando a pessoa deseja a mudança, por acreditar que seu modo de lidar com o trauma está lhe causando algum impedimento na vida. Se você acha que está tudo correto em sua estrutura emocional e, que não precisa mudar sua opinião sobre os fatos de sua vida, continue lendo mesmo assim, talvez você possa incentivar alguém a mudar!

O QUE É IMPORTANTE RESSALTAR ?

Importante também é ressaltar que as interpretações são baseadas em nossos conceitos conotativos e, como tal, sempre possíveis de serem reinterpretados, bastando para isso alterar, de forma consciente, o ponto de vista emocional do sujeito/paciente. No caso do profissional psicoterapeuta atuando, é papel dele oferecer oportunidades sem jamais fechar questão em algum ponto, isso fica por conta do sujeito/paciente que sempre saberá qual o melhor caminho. Em caso individual de verificação própria da trajetória de vida, temos de dar ao próprio sujeito através de sua vivência a possibilidade de se reinterpretar, refazer sua própria historia em ângulos variados, buscando entender o comportamento adotado em certos episódios e os resultados obtidos. Reavaliar a vida, buscando um roteiro atualizado que possibilite uma menor dissonância e, com isso, o caminhar para o equilíbrio interno.

Essa tecnologia verbal na qual o Dr. Milton Erickson, o criador da Sociedade de Hipnose Clínica dos EUA e mentor da notória Hipnose Ericksoniana, era um grande mestre, é a arte de jogar as com palavras, com a semântica, usando um raciocínio rápido e de boa flexibilidade mental. Esse procedimento, que pode ser utilizado em literalmente qualquer circunstância sem os formalismos do ambiente terapêutico, pode expandir o mapa de acesso ao real de muitas pessoas direta ou indiretamente. A ressignificação é, por assim dizer, a maneira mais fácil de se ampliar o mapa de reconhecimento do mundo vivido. Pode-se mudar o enquadramento de uma situação ou, mudar seu significado. Seriam as alterações por contexto ou conteúdo. Explicando melhor:

 

 

  • Ressignificação de Contexto:

Neste perfil de ressignificação um comportamento que o sujeito acredite ser limitante. Isso impede o sujeito de ir além ou lhe causa sofrimento e angústia pode ser colocado num contexto mais apropriado. Na verdade, todo sintoma tem um por quê. Buscamos, através de um trabalho de elaboração da psique, adequar nosso comportamento a contextos que consideramos apropriados e isso é muito subjetivo e particular. Basta, para isso, lhe dar uma oportunidade de se reenquadrar.

Uma determinada pessoa, por exemplo, desenvolveu uma fobia social e não lhe é possível estar em lugares cheio de pessoas falantes. Pois tem medo e, pode se achar inferiorizada por causa disso. Podemos trabalhar com ela afirmando que o medo é algo da evolução humana e existe para nos proteger dos perigos, hoje o homem evoluiu socialmente e, no entanto, seus padrões de ativação emocional continuam, ainda, iguais aos dos tempos das cavernas onde uma reunião de pessoas, desconhecidas, poderia significar algo ameaçador. Desta forma o sujeito em questão pode ter argumento para reavaliar sua fobia e ter um novo contexto da situação.

  • Ressignificação de Conteúdo:

Outra forma de lidar com conteúdos limitantes é mudar o próprio significado da afirmação original. Tratando de colocá-la menos ofensiva e mais positiva para quem afirmou. Muitas vezes a ressignificação de conteúdo e contexto podem ocorrer ao mesmo tempo. Quando a mudança se restringe ao entendimento lógico, semântico. E não ao contexto de aplicação do comportamento, ato em si, então podemos afirmar tratar-se de uma ressignificação de conteúdo. Um exemplo é o pensamento: “Deus ajuda a quem cedo madruga! ”. Acordar cedo todos os dias pode ser cansativo. Mas amenizamos esse fardo ao pensar que alguma força superior pode estar olhando esse sacrifício e nos recompensará por isto. Esta tecnologia de abordagem verbal pode ser poderosa para fazer mudanças significativas nas estruturas cognitivas das pessoas.

CONCLUSÃO:

Pensar sobre o passado e ressignificar não é ter pensamento modelo “Poliana”. Afinal, nem tudo que ocorre tem um sentido melhor escondido. Existem episódios trágicos que precisamos superar.  Pelo luto vivido e memórias ruins que servem como incentivo à mudança para que não ocorram de novo.  Assim, não é só uma alteração de significantes para termos uma nova reestruturação interna completa. O que, com certeza, altera nossas respostas comportamentais e sintomáticas é, antes de tudo, a vontade de mudar.

 

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