história da hipnose

A HISTÓRIA DA HIPNOSE

A história da hipnose possui o seu início nos primórdios das primeiras civilizações. É considerada tão antiga quanto à própria humanidade.  Já que esta prática era usada como uma forma de cura utilizada pelos sacerdotes.

A hipnose é conhecida como um estado alterado da consciência. Caracterizado por ser focada em uma atenção extrema e um profundo relaxamento físico, permitindo assim o enfoque em relação a abordagem do subconsciente das pessoas.

Sendo considerado como um fenômeno universal, a hipnose ainda pode ser encontrada em vários trechos da história da humanidade. Em diversas culturas diferentes vemos a hipnose em rituais com danças onde se procurava alcançar um estado alterado de consciência, o famoso transe.

Conheça mais sobre a história da hipnose

Pode-se dizer que a história da hipnose foi associada a diferentes ideias. Ao longo do seu desenvolvimento foram surgindo perfis do seu uso e aplicações. Sendo assim, segue abaixo a utilização do estado hipnótico durante parte da história da humanidade.

  • Em 1500 A.C. nas culturas antigas, como no Egito, a Hipnose era uma das formas mais usadas de cura pelos sacerdotes. Entretanto, esta não era utilizada em termos formais  mas, na utilização de procedimentos hipnóticos para a cura de diversas dores e doenças.

Assim, a hipnose era utilizada na antiguidade envolvendo magia, misticismo e religiosidade como os principais objetivos de cura através da imaginação, profecias, captação de ideias e mensagens dos deuses.

  • Já nos séculos XVIII e XX, a hipnose passou por um período de experimentação cientifica com Franz Mesmer, médico austríaco que iniciou os seus estudos devido ao interesse no magnetismo animal para se obter informações sobre a cura de dores e doenças.

Entretanto, algum tempo mais tarde, Mesmer percebeu que o homem também era capaz de captar energia e passou a estudar o magnetismo humano, onde realizou várias cirurgias e anestesias sobre transe hipnótico.

MESMER E O MESMERISMO

Assim, foi desenvolvida a expressão Mesmerismo. Que teve um enorme destaque no meio científico e acadêmico por mais que tenha alcançado muito sucesso e alguns fracassos. Por fim, Mesmer acabou sendo descreditado do seu trabalho no meio científico. Mas, seus métodos continuam sendo utilizados até os dias de hoje.

  • James Braid,  médico inglês, que assistiu a uma cirurgia efetuada por Mesmer com anestesia geral recorrendo a  hipnose. Imediatamente se interessou e começou a estudar o processo, reformulando consequentemente a teoria de Mesmer.

Por muitos anos a hipnose foi esquecida e mal interpretada por não ser compreendida na época devido à natureza e dinâmica dos seus fenômenos.

  • Em 1989 ocorreu o primeiro Congresso Internacional de Hipnose.  Foi organizado pelo médico Jean Charcot contando com a participação de vários especialistas como William James, Lombroso e Sigmund Freud.

A PSICOLOGIA E A HIPNOSE

A partir daí diversos livros passaram a ser escritos, onde as revistas científicas começaram a publicar artigos sobre hipnose. William James ainda incluiu um capítulo sobre hipnose no seu famosos livro Princípios de Psicologia. Já Wilhelm Wundt, que é conhecido como o pai da Psicologia como ciência, escreveu um livro inteiro sobre a hipnose.

  • A hipnose ainda foi estudada por Milton Erickson. Ele desenvolveu uma psicoterapia com diversas definições, principalmente devido as diferentes fases que viveu, onde até a década de 60. Ele procurou utilizar vários dos conceitos psicanalíticos para uso e compreensão da hipnose. Nas últimas duas décadas da sua vida desenvolveu uma abordagem de compreensão do ser humano. Ela continha um vocabulário e técnicas como: inconsciente sábio, recursos para superação dos problemas, aprendizagens automatizadas, transe. E mais ainda: técnica de confusão, sugestões indiretas, mente consciente e mente inconsciente, utilização de anedotas, metáforas e tarefas.
  • Além desses, Sigmund Freud, um dos mais conhecidos até os dias de hoje, praticou a hipnose em seus tratamentos. Mas, depois de certo período abandonou esta prática, embora ainda continuasse a tirar proveito das suas descobertas.

Portanto, com a história da hipnose é possível concluir que este é um assunto que abrange diferentes ideias e opiniões. Afinal,  desde a antiguidade, vem sendo considerada como uma aliada ao desenvolvimento e fortalecimento do ser humano. Uma verdadeira conexão de alma entre os seres humanos.

CURSO DE HIPNOSE NEUROSSENSORIAL CLIQUE AQUI

#HIPNOSENEUROSSENSORIAL

CLIQUE NOS LINKS PARA BAIXAR O SEU APLICATIVO CASA DOS 7 SABERES GRATUITAMENTE:

IPHONE – IOS – https://apple.co/2qlrF2p

ANDROID – http://bit.ly/casa_dos_7_saberes

HIPNOSE CLÍNICA : VAMOS ENTENDER ?

Para entender o funcionamento da hipnose clínica, é preciso saber, antes de mais nada, como ela funciona. O tratamento é realizado por meio da indução de um estado de relaxamento no paciente, no qual é possível estabelecer uma conexão direta com o subconsciente da pessoa.

Durante esse transe, o hipnoterapeuta irá ajudar o paciente a chegar até os fatores que desencadeiam o seu transtorno mental ou emocional e estimulará a cura dele por meio do sugestionamento de pequenas alterações no comportamento do cliente.

A hipnose clínica é um estado de concentração profunda no qual é possível tratar não só o problema, mas as causas dele. Durante o transe, o paciente se mantém lúcido, mas, sua atenção é totalmente focada no seu subconsciente.

Esse tipo de hipnose pode causar no paciente tanto modificações comportamentais, quanto fisiológicas e psicológicas. Tudo vai depender muito da abordagem do hipnoterapeuta, e da pré-disposição do cliente.

Quem pode se submeter à hipnose clínica?

Qualquer pessoa pode passar pela hipnose clínica. Ela é recomendada para todas as faixas etárias, sendo, inclusive, aplicada em crianças. Claro que, nesse caso, a abordagem do hipnoterapeuta será um pouco diferente.

Além disso, a eficácia dessa técnica terapêutica depende muito da pré-disposição do paciente em realizar o processo. Quando o cliente está com a mente realmente aberta para o tratamento, fica muito mais fácil para o hipnoterapeuta conseguir alcançar bons resultados.

Contudo, existem alguns casos nos quais a hipnose clínica não tem eficácia, são eles: psicoses, esquizofrenia, epilepsia e senilidade.  Pessoas alcoolizadas ou drogadas também não conseguem passar pela terapia, pois é praticamente impossível se alcançar a concentração necessária nesses estados.

 

Quais as vantagens da hipnose clínica?

Existe uma série de vantagens para quem se submete à hipnose clínica. A técnica terapêutica é comprovada cientificamente e tem ganhado mais espaço a cada dia.   Outros fatores também revelam como a opção é mais vantajosa que as demais.

  • Eficácia: O grau de eficácia da hipnose clínica é muito maior do que outras técnicas terapêuticas. Ela possui cerca de 93% de eficácia na resolução de distúrbios.
  • Segurança: O método é 100% seguro. Muitas pessoas acreditam que podem ficar “presas” no transe, contudo, isso é um grande mito. Como a hipnose é um estado de relaxamento profundo, caso acontece algo com o hipnoterapeuta, uma hora a pessoa despertará por si só.
  • Natural: A hipnose clínica é uma técnica terapêutica totalmente natural que não exige nenhum típico de substância ou medicamento para ser aplicada.
  • Não existem efeitos colaterais: Por se tratar de um tratamento 100% natural, essa técnica não possui qualquer feito colateral. O paciente poder fazer as sessões tranquilamente e seguir sua rotina diária depois.

E tem mais ainda:

  • Pode tratar doenças crônicas: Se você possui alguma dor crônica em seu corpo, saiba que a hipnose clínica também pode ser utilizada para amenizar e até mesmo ajudar a curar os efeitos dessa enfermidade.
  • Tempo de duração relativamente menor: Enquanto outras abordagens podem durar anos na maioria dos casos, a hipnose consegue alcançar bons resultados em apenas algumas sessões.
  • Menor investimento financeiro: Como o tempo de duração do tratamento é relativamente menor que os demais, ele demanda de um investimento financeiro menor. É possível alcançar os resultados oisitivos em apenas seis sessões (um mês e meio) em média.

A hipnose clínica é um tratamento cientificamente comprovado que tem ganhado cada vez mais espaço. Isso por ser um método totalmente seguro e eficaz. Além disso, o número de profissionais e clínicas especializadas no procedimento também tem aumentado.

Hipnose Clínica para problemas comportamentais e emocionais

Muita gente não sabe, mas a hipnose clínica não é recomendada apenas para quem tem algum transtorno comportamental ou emocional. Ela também é indicada para quem deseja mudar alguns aspectos do seu comportamento.

Além disso, ela é bastante recomendada para quem irá vai prestar vestibular, concurso público ou algum outro tipo de prova. Ela não só aumenta o desempenho da pessoa, como, também, suas chances de sucesso no teste.

A hipnose clínica é um excelente método de tratamento para distúrbios comportamentais, emocionais e físicos. Saber utilizá-la de maneira correta pode melhorar muito a vida do paciente. Além de se ver livre do problema, o cliente ainda conseguirá obter uma qualidade de vida melhor.

 

CURSO DE HIPNOSE NEUROSSENSORIAL CLIQUE AQUI

#HIPNOSENEUROSSENSORIAL

CLIQUE NOS LINKS PARA BAIXAR O SEU APLICATIVO CASA DOS 7 SABERES GRATUITAMENTE:

IPHONE – IOS – https://apple.co/2qlrF2p

ANDROID – http://bit.ly/casa_dos_7_saberes

como é o tratamento com hipnose

COMO É O TRATAMENTO COM HIPNOSE?

A procura de saber como é o tratamento com hipnose para curar distúrbios comportamentais e emocionais aumenta a cada dia. Mais pessoas têm obtido conhecimento sobre o método e percebem que é uma ciência comprovada e que gera resultados excelentes para o paciente.

A hipnoterapia trabalha por meio da indução do paciente para um estado de completo relaxamento. Nesse transe, o profissional consegue estabelecer uma comunicação direta com o subconsciente do cliente para sugerir pequenas mudanças de comportamento que irão ajudar na cura de um distúrbio.

Um dos grandes diferencias do tratamento com hipnose, é que a técnica não trata apenas o problema, mas, também, as causas dele, evitando assim que ele possa voltar a acontecer.

Como é o tratamento com hipnose ?

Como é o tratamento com hipnose ?

Todo mundo pode fazer o tratamento com hipnose, contudo, existem alguns casos nos quais ele não tem resultados são eles: psicoses, senilidade, esquizofrenia e epilepsia.

Ele é indicado para todas as faixas etárias, e pode ser aplicado em diversas situações, e não somente quando há um distúrbio comportamental ou emocional. Por exemplo, se você vai prestar vestibular, a hipnose pode te ajudar a se concentrar melhor na hora da prova, aumentando, assim, o seu desempenho.

O tratamento com hipnose pode ser aplicado, inclusive, em crianças, desde que elas já consigam manter o foco. Nesse tipo de caso o profissional precisa ter uma abordagem um pouco diferenciada.

Como ele estará lidando com uma pessoa em plena fase de desenvolvimento infantil, é preciso ter mais paciência, pois, a indução ao estado de relaxamento, por exemplo, pode demorar mais que o normal.

Além disso, em muitos casos, os pais são grandes influenciadores nos problemas dos filhos, o que necessita, por sua vez, um tratamento com hipnose para toda a família.

Como funciona uma sessão?

Muitas pessoas têm dúvidas de como funciona uma sessão de hipnose. Ao contrário do senso comum, ela não envolve processos mirabolantes. Basicamente, ela acontece de forma tranquila e calma, como uma simples conversa.

Início:

  • Anamnese:  Essa é a primeira etapa da sessão e se resume em uma entrevista. O profissional irá realizar uma série de perguntas para entender melhor o transtorno do paciente, e como tratá-lo.  Além disso, esse contato é essencial para estabelecer uma relação de confiança entre o hipnólogo e o cliente. Aqui, o profissional poderá realizar uma série de ações para estimular a mente do paciente a entrar mais facilmente no estado de relaxamento.

 

  • Indução ao transe: Aqui, o cliente será induzido a um estado de relaxamento por meio da diminuição da frequência mental. Para isso o hipnoterapeuta irá direcioná-lo para um móvel mais confortável e lhe ajudará a chegar em um estado de total paz e tranquilidade.

Processo:

 

Sugestão:

  • Sugestionamento: Durante essa etapa, o hipnoterapeuta começará a dar sugestões para o subconsciente da pessoa, direcionando a fazer pequenas mudanças comportamentais para tratar o distúrbio.  O cliente não precisa se preocupar, pois, o profissional só irá sugerir aquilo que foi acertado na etapa de anamnese. Se quiser, o paciente pode pedir, inclusive, que a sessão seja gravada, para se sentir mais seguro e tranquilo.

Finalização:

  • Saída do transe: Essa é a fase mais fácil de toda a sessão. O hipnoterapeuta irá tirar o paciente do estado de relaxamento de maneira calma e tranquila, deixando-o novamente em seu normal.

O tempo de duração do tratamento com hipnose vária bastante conforme o caso. Em média, ele costuma durar 12 sessões (três mês). Contudo pode ser que o cliente necessite de menos ou mais sessões, dependendo do seu caso.

Porque escolher a hipnose?

Diferente de outras técnicas que demoram anos para alcançar os resultados esperados, a hipnose é bem rápida. Isso interfere diretamente no custo-benefício da técnica, deixando-a financeiramente bem mais acessível do que outros métodos terapêuticos.

Já sabemos como é o tratamento com hipnose. E que ele alcança um nível de eficácia de recuperação muito bom, podendo chegar até 93%.  A técnica é 100% natural.  Não sendo necessário o uso de qualquer tipo de substância ou medicamentos que podem acarretar ainda mais problemas.

 

CURSO DE HIPNOSE NEUROSSENSORIAL CLIQUE AQUI

#HIPNOSENEUROSSENSORIAL

CLIQUE NOS LINKS PARA BAIXAR O SEU APLICATIVO CASA DOS 7 SABERES GRATUITAMENTE:

IPHONE – IOS – https://apple.co/2qlrF2p

ANDROID – http://bit.ly/casa_dos_7_saberes

COMO RECUPERAR A autoestima

AUTOESTIMA : COMO RECUPERAR ?

A autoestima é considerada como uma das variáveis mais importantes para o bem-estar psicológico e para uma boa saúde mental. Assim, é extremamente importante saber como ajudar uma pessoa, para que assim esta seja ajudada e consiga viver bem.

Normalmente, a autoestima, ou o que se sente em relação a si mesmo, é apenas uma parte da psique. Em alguns casos em que o indivíduo possui a autoestima elevada, pode ser bastante complicado quando este se depara com um amigo ou um familiar com este problema e, apesar de não ser possível fazer com que esses indivíduos se sintam melhores em relação a si mesmos, é possível proporcionar apoio e formas exemplos de autoestima positiva.

Assim, é fundamental refletir sobre como está à vida do indivíduo com autoestima baixa, procurando ter atitudes que sejam benéficas para ele, além de se ter uma postura diante das situações. Além disso, é importante oferecer para eles a opção de um tratamento adequado, para que assim seja possível recuperar o ânimo de volta.

Dicas de como recuperar a autoestima de uma pessoa

Em várias situações da vida é normal que as pessoas sofram com problemas que afetem psicologicamente e deixam consequências significativas. Entretanto, algumas dessas graves consequências afetam a forma de pensar, viver e também de ver a si mesmas, por isso, é muito importante conhecer algumas dicas de como recuperar a autoestima de uma pessoa.

  • É muito importante ser um bom amigo com aqueles que estão neste estado. Pois ao fazer isso, você pode funcionar como se fosse um terapeuta, ouvindo atentamente a pessoa, conversando e aconselhando-a. Em alguns casos, pode ser complicado manter uma amizade com alguém emocionalmente instável, mas é importante lembrar de que este é um momento temporário, e que a pessoa necessita de ajudar para melhorar. Por isso, procure se esforçar para passar um tempo junto do seu amigo e tome a iniciativa de ouvi-lo, pois mostrar que está interessado e que se importa com o que ele fala, pode ajudar muito a elevar a autoestima.
  • Procure evitar controlar os pensamentos da pessoa com autoestima baixa. Ao invés disso, apoie-a da maneira que é e tente incentivá-la a adotar cuidados mentais mais saudáveis, pois quando se critica, a negatividade da pessoa pode aumentar e ela pode não responder positivamente. Dessa forma, ofereça diversas opções de conversas que sejam mais positivas e produtivas.
  • Realizem trabalhos voluntários juntos, pois as pessoas que sofrem de baixa autoestima geralmente não terão o sentimento de decepção em relação a si própria quando estiverem fazendo algum tipo de trabalho voluntário para ajudar outras pessoas.
  • Caso o indivíduo queira conversar sobre os sentimentos ou sobre o porquê do surgimento da baixa autoestima, a melhor maneira de ajudá-lo é ouvir o que ele tem a dizer enquanto tenta pensar em uma maneira de resolver o que o incomoda.

COMO RECUPERAR A autoestima

O PROBLEMA DA AUTOESTIMA

É muito comum que alguém, ao identificar o problema, perceber que os sentimentos negativos que possui vêm de fontes externas. Dessa forma, ofereça o seu ombro amigo.

  • Sempre procure dedicar um tempo para ficar ao lado do amigo com autoestima baixa. Pois só o fato de estar por perto já irá ajudar na falta de confiança. Além disso, aproveite as oportunidades para mostrar e se tornar em modelo positivo de autoestima.
  • Um dos pontos mais importante é que você intervenha antes que o problema se agrave. Por isso, procure estar ciente de que o processo pode piorar ainda mais. Ele não melhora com o passar do tempo se não for tratado.
  • Se caso você ache que alguém precisa de ajuda, converse com o indivíduo o mais cedo possível. Pois as pessoas com a autoestima baixa têm maior probabilidade de tolerarem relacionamentos abusivos ou se tornarem abusivos ou agressivos. Também é comum desistirem de seus sonhos e objetivos por terem medo de falhar. Mais ainda, negligenciarem a higiene pessoal e terem comportamento autodestrutivo.

Portanto, é muito importante saber como agir.  Pois, este é um dos piores sentimentos que uma pessoa pode sentir.  Ofereça incentivo e apoio. E esteja ciente de que não há como elevar a autoestima se ele mesmo não tomar a iniciativa de ser ajudado.

CURSO DE HIPNOSE NEUROSSENSORIAL CLIQUE AQUI

#HIPNOSENEUROSSENSORIAL

CLIQUE NOS LINKS PARA BAIXAR O SEU APLICATIVO CASA DOS 7 SABERES GRATUITAMENTE:

IPHONE – IOS – https://apple.co/2qlrF2p

ANDROID – http://bit.ly/casa_dos_7_saberes

CANAL SENSORIAL PREFERENCIAL

O que é um Canal Sensorial Preferencial ? Ter conhecimento dos sistemas representacionais tem uma enorme importância no ambiente corporativo, pois potencializa a comunicação em um nível de excelência. Caso a sigla PNL lhe cause estranheza tenha bastante atenção nessa leitura, afinal, trata-se de uma forma de mudar a maneira de como vemos e entendemos o mundo.

A PNL, Programação Neurolinguística, tem sua atenção voltada para três pontos da estrutura perceptiva humana:

1) Programação –  entende que todos nós possuímos, como um computador, uma programação que formata o mundo como percebemos ao nosso modo. Assim, as experiências de vida, modelo familiar, religião e muitos outros aspectos de nossa existência, acabam modelando quem somos e como entendemos a realidade ao nosso redor.

2) Neuro – Parte do princípio que todos temos um sistema neural dotado de cinco sentidos capazes de codificar o mundo para ser analisado e interpretado pelo cérebro. É a parte do que seria o hardware nos computadores.

3) Linguística – Forma de acesso à essa programação que pode ser verbal ou não verbal. A estrutura interna só é alterada através de estratégias linguísticas além das próprias experiências.

Tendo isso como pano de fundo podemos focar nos Canais Sensoriais Preferenciais.

Algumas pessoas especializam o modo como absorvem as informações. Algumas são visuais, outras sinestésicas e, outras ainda possuem o canal auditivo muito apurado.  O ideal é que, para ser um bom comunicador, o profissional de RH tenha uma distribuição equilibrada entre esses três canais sensoriais.

Ocorre que grande parte das pessoas acaba se tornando, por um motivo ou outro, muito especializada em apenas um canal. Dessa forma, podemos encontrar pessoas que são altamente visuais deixando de lado os elementos da comunicação sinestésica e auditiva. Algumas que, por serem muito sinestésicas, acabam valorizando apenas aquelas que lhe interessam e deixando todo resto das informações de lado e, por último, as auditivas que também podem sofrer perda de conteúdo relativas aos outros canais menos significativos para elas.

Nem todas as pessoas apresentam enorme divergência entre os canais. Podemos encontrar profissionais que lidam muito bem com todo o perfil de inputs e, por isso, podem desfrutar de mais recursos na hora de lidar com situações de escolha. Afinal, eles entendem a comunicação que chega com mais detalhes que outras pessoas. O mundo fica maior.

O visual prefere ter as informações por escrito, aprecia gráficos, cores e apresentações de slides bem elaboradas. Já o sinestésico irá apreciar mais o toque nos objetos, nesse caso ter miniaturas, maquetes ou o próprio produto irá potencializar o entendimento. O auditivo, claro, prefere uma comunicação oral bem detalhada já que sua memória nessa área é excelente.

O grande desafio do profissional de RH é saber como lidar com todos de forma a não criar ruídos no processo comunicativo permitindo que a informação chegue clarificada para todos os perfis de sistema representacionais. Na prática, agradar gregos e troianos.

Qual o melhor canal sensorial ?

Ao montar a estratégia de intervenção, o profissional pode se valer de uma escuta ativa usando algum colaborador como referencial em determinado canal. Como fazem as grandes empresas quando solicitam uma pesquisa qualitativa: pequenos grupos de pessoas apreciam e discutem sobre o produto com ou sem interferência do pesquisador. No caso específico da empresa que propõe uma ação comunicativa para todo o corpo laboral. O ideal é que elementos já percebidos como expoentes em um único canal sensorial sejam submetidos ao conteúdo e, após isso, dê o feedback à equipe para que seja aferido o grau de entendimento.

Assim, o RH pode eliminar falhas na raiz e propiciar uma maior facilidade de acesso ao estado natural de interpretação de cada um. As imagens mentais, o self-talk, sensações e sentimentos podem ser barreiras ou aliados se os blocos de informações forem bem elaborados. Cuidar para que o corpo laboral entenda o que a linha está propondo já faz toda diferença no resultado.

Muitas vezes o conteúdo está colocado de forma impecável para um elemento receptor altamente visual. Mas, deixa muito a desejar para o entendimento de um auditivo. Que pode ter uma compreensão errada e ter atitudes contrárias às pretendidas pelos profissionais que elaboraram o material.

Todo o cuidado é pouco quando se lida com um grupo, mesmo que pequeno, de pessoas. Vale a premissa: “comunicação não é que se fala, é o que se entende”. Os que são tocados pelo que geramos, podem receber aquilo que falamos e fazemos através dos seus mapas mentais personalizados. Quando alguém nos ouve de forma distorcida permite uma correção na forma como colocamos nossos pensamentos.

Onde usar esses conhecimentos ?

Mesmo fora do ambiente institucional esse conhecimento sobre o canal sensorial preferencial é valioso. Perceber como o outro entende e, principalmente, quais são nossas próprias falhas perceptivas. Saber qual é o canal mais forte e, se existem canais representacionais menos potentes. Pode nos alerta para a possibilidade de tentar melhorar nossa capacidade de coletar dados informacionais do ambiente.

Trazendo para o dia a dia, muitos casamentos ou amizades podem ter pouca durabilidade. Isso, porque os elementos envolvidos não conseguiram adaptar seus processos representacionais do mundo. Assim não foi possível alcançar o outro em seu entendimento.

Existem vários testes online disponíveis na internet para quem quiser descobrir qual o seu canal sensorial preferencial. Não se preocupe com resultados que apontam diferenças absurdas. Não há nada que não possa ser alterado com treinos utilizando a neuróbica. Nossa mente possui uma incrível capacidade de mudanças, principalmente quando assim queremos.

 

CURSO DE HIPNOSE NEUROSSENSORIAL CLIQUE AQUI

#HIPNOSENEUROSSENSORIAL

CLIQUE NOS LINKS PARA BAIXAR O SEU APLICATIVO CASA DOS 7 SABERES GRATUITAMENTE:

IPHONE – IOS – https://apple.co/2qlrF2p

ANDROID – http://bit.ly/casa_dos_7_saberes

MEDO

O medo é uma emoção que visa proteger o corpo para a preservação da espécie. Funciona como um alerta ao perigo, um alarme, que dispara uma produção endócrina e direciona recursos internos para que o sujeito possa evitar, fugir ou paralisar diante de uma possível ameaça. Neste sentido o medo é positivo, pois protege o indivíduo de algo ameaçador. Pelo menos é desta forma que o medo deveria funcionar.

Entre os sintomas físicos presentes no medo, podemos citar alguns como: aumento da pressão direcionado o sangue para músculos dos braços e pernas, sudorese, aceleração do batimento cardíaco e ciclo respiratório, estado de prontidão e alerta; quando é intenso e rápido, pode ocorrer vômito ou diarreia advindo do descontrole dos esfíncteres e, quando a ameaça é contínua e duradoura podemos ter uma diminuição da velocidade do metabolismo e o aumento de peso. Uma estratégia do corpo para parecer maior diante da ameaça.

A paralisação do corpo também é uma das táticas que o medo se utiliza para a evitação do confronto. O problema é que, no mundo animal, sempre que um indivíduo usa desta estratégia diante de outro membro da mesma espécie a situação não finaliza de modo favorável para quem se finge de morto. Esta forma de defesa só tem êxito diante de confronto entre espécies diferentes.

O grande problema é que as ameaças não são mais as mesmas de quando morávamos nas cavernas e, portanto o preparo para as reações de luta e fuga (corpórea) não são mais válidas e, para piorar um pouco as coisas, a evolução ainda não alcançou a sociedade moderna, onde as demandas são solucionadas no diálogo e sem agressões – ou pelo menos deveriam ser – e por isto esta emoção acaba por criar uma grande tensão no corpo que, sem uma ação que consuma o potencial energético criado, faz surgir sintomas variados comumente chamamos de estresse. Na verdade, isto deve ser medo acumulado!

Não é difícil de entender! Imagine um carro onde o motorista fica acelerando até o máximo o motor, mas não engata marcha alguma. Ele não chega a sair do lugar, e o motor, claro, esquenta muito, consome gasolina. Se essas aceleradas forem muito violentas, pode vir até mesmo a trincar o motor. Então é mais ou menos assim: diante da ameaça o corpo se prepara para uma tomada de decisão que pode ser a fuga (Correr/subir em árvores) ou lutar (com socos, dentes e o que puder usar como arma, pedras, por exemplo). Se o medo evoluir para a raiva, o evento torna-se ainda mais catastrófico, pois surge a persona do animal acuado que é capaz de tudo para solucionar o impasse, ele vai lutar mesmo sem que tenha condições de vitória.

Mas, nos dias de hoje essas opções de atitudes não são aceitas pela nossa sociedade e, toda essa energia que é direcionada para os músculos que deveriam entrar em ação vão acabar em outro lugar e, neste caso, toda pressão criada vai acabar se tornando um problema, na forma de algum sintoma que pode chegar à doença propriamente dita.

Como evitar?

Use a lógica para achar a solução: o corpo quer ação! Então pratique alguma atividade física aeróbica para “queimar” toda produção interna e libere as tensões acumuladas pelos eventos diários. Não tenha vergonha de mudar o nome de ansiedade para medo. É a mesma coisa, os resultados físicos são os mesmos! O nome só mudou para você ficar mais confortável em expor o que sente. Assim, sem ter de dizer que, diante do medo, não tomou uma atitude de resolução. Então, as diferenças que envolvem os conceitos de medo e ansiedade são apenas semânticas e o corpo não entende muito disso.

Não vá sair correndo, praticando a essa dica quando se sentir ameaçado de perder o emprego ou levar um fora. Se um evento deste perfil ocorrer tente, imediatamente, ressignificar a situação. Pense como daqui a cinco anos você estará se lembrando deste fato. Distanciar-se da situação, mesmo na imaginação, pode ter um bom efeito na diminuição do impacto emocional.

Este assunto não se esgota aqui. Mas, é um bom início para que possamos pensar sobre o que nos provoca medo  e porque reagimos assim? Quem sabe, a partir de hoje, você poderá lançar um novo olhar sobre o que lhe ameaça de uma forma ou de outra. E assim não mais ter as mesmas reações corpóreas?

 

CURSO DE HIPNOSE NEUROSSENSORIAL CLIQUE AQUI

#HIPNOSENEUROSSENSORIAL

CLIQUE NOS LINKS PARA BAIXAR O SEU APLICATIVO CASA DOS 7 SABERES GRATUITAMENTE:

IPHONE – IOS – https://apple.co/2qlrF2p

ANDROID – http://bit.ly/casa_dos_7_saberes

Como aplicar a hipnose moderna

COMO APLICAR A HIPNOSE MODERNA?

Como aplicar a hipnose moderna : A hipnose pode ser classificada como um conjunto de fenômenos específicos e naturais criados pela mente e o corpo, podendo produzir diferentes impactos.  No começo se acreditava que a hipnose era uma espécie de sono induzido, mas com o tempo isso foi desmistificado. E quanto mais as pessoas iam conhecendo sobre esse tratamento, mais queriam saber como aplicar a hipnose moderna em suas vidas.

Ou seja, mesmo sendo negligenciada durante séculos, a hipnose conseguiu finalmente receber total reconhecimento após muitos profissionais concluírem que ela realmente funciona. Mesmo que não sendo do modo como muitos alegavam no passado. Por isso, a hipnose tornou-se uma das técnicas terapêuticas mais pesquisadas na atualidade, em busca de solução de diversos problemas.

Lembre-se sempre: com a hipnose, você não controla a mente da pessoa, mas sim coloca ela em um estado mental mais calmo e focado em memórias e pensamentos que foram bloqueados.

Como aplicar a hipnose moderna corretamente

A hipnose vem sendo uma ótima técnica para combater o estresse e a dor. Antes poucos conhecida nos meios profissionais hoje a hipnose vem ganhando território e sendo usado por várias pessoas que buscam uma solução ágil para seus problemas.

Mas como aplicar a hipnose moderna nos pacientes? Selecionamos algumas dicas importantes.

Prepare a pessoa para a hipnose

1) Comece falando de modo calmo a fim de relaxar a pessoa que será hipnotizada.  E para não parecer estar lendo um roteiro, pratique o que será dito a ponto de dar um ar natural.

Além disso, prepare a pessoa de forma mental e fisicamente. Ela deve ficar relaxada e você deve informar de que irá tocá-la levemente, para que o paciente não venha se surpreender.

Informe também que não há problema se ela tossir ou se mexer. Peça que a pessoa não cruze as pernas, pois isso pode causar distração. Também, caso o paciente esteja utilizando óculos, peça que o retire.

2) Deixe a pessoa mais relaxa o possível e diga que não tem para se preocupar. O medo pode evitar que ela entre na hipnose.

3) Também, pergunte se a pessoa está pronta para ser hipnotizada.  É preciso estar disposto a participar do procedimento e ser psicologicamente pronto para o sucesso.

4) Escolha um lugar ideal, com um ambiente relaxante com poucos sons externos e distrações.

Executando a indução

1)  Enquanto estica uma mão na frente da pessoa, peça que ele pressione com força, tocando apenas a ponta da mão para que seja possível removê-la quando chegar a hora.

2) Diga para o paciente fechar os olhos e passe a outra mão no rosto da pessoa. Assim, ela ficará atenta a ação das suas duas mãos.

3) Fale para ela relaxar e retire a mão que está sendo segurada ao mesmo tempo. A mão da pessoa cairá, como se estivesse obedecendo ao comando. Nesse momento, fale de modo firme e autoritário.

Finalize a hipnose

1) Nesse momento a pessoa deve entrar em um estado hipnótico mais profundo. É preciso dar seguimento ao processo. Assim, repita de forma calma algumas frases pedindo que ela entre em um sono profundo.

2) Caso a cabeça da pessoa  caia quando você retirar a mão, faça um balanço nela para induzir o relaxamento. Faça isso até que a pessoa entre em um sono profundo.

3) Faça uma contagem regressiva e diga que ela ficará mais relaxada conforme você conta. A cada número, mencione uma sensação que crie um relaxamento.

4) Nessa fase, chegou a hora de despertar a pessoa. Antes de acordá-la, avise que que está quase na hora de recuperar a consciência. Para que a transição não crie traumas, fale para a pessoa como ela se sentirá após sair da hipnose,  com sensação de relaxamento e mais confortável. Chame-a pelo nome e lembre de como é a vida dela.

5) Acorde a pessoa e informe que ela despertou após uma contagem regressiva. Enquanto a contagem vai passando, fale de modo menos calmo, como se estivesse acordando uma pessoa que dormiu em um sono pesado.

Com todas essas dicas, agora ficou fácil saber como aplicar a hipnose moderna de modo pleno e com sucesso de resultados.

CURSO DE HIPNOSE NEUROSSENSORIAL CLIQUE AQUI

#HIPNOSENEUROSSENSORIAL

CLIQUE NOS LINKS PARA BAIXAR O SEU APLICATIVO CASA DOS 7 SABERES GRATUITAMENTE:

IPHONE – IOS – https://apple.co/2qlrF2p

ANDROID – http://bit.ly/casa_dos_7_saberes